Conforto térmico e comportamento alimentar de ovinos em confinamento

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.30969/ke9vya49

Resumen

O objetivo do estudo foi avaliar o efeito do conforto térmico, em diferentes turnos, sobre o comportamento alimentar de ovinos em confinamento. Foram utilizados 24 animais, distribuídos em quatro baias de alvenaria. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, em arranjo fatorial 3×4, considerando três períodos de avaliação (início, meio e fim do confinamento) e quatro turnos (manhã, tarde, noite e madrugada), com quatro repetições por baia. O conforto térmico foi mensurado por meio do índice de temperatura e umidade (ITU), enquanto o comportamento ingestivo foi registrado a cada cinco minutos durante 24 horas, incluindo tempo de alimentação, ruminação, ócio, número e duração das refeições. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo método dos quadrados mínimos. O conforto térmico influenciou significativamente o comportamento ingestivo, com variações ao longo do dia e do período experimental. O tempo de alimentação foi maior pela manhã e à noite, com refeições mais prolongadas na manhã. O número de refeições foi menor e concentrado na noite e madrugada. O tempo de ruminação apresentou maior uniformidade entre manhã, tarde e noite ao final do confinamento, predominando na madrugada. Conclui-se que variações no conforto térmico influenciam diretamente os padrões comportamentais dos ovinos.

Biografía del autor/a

  • Franco de Almeida Ollé, Universidade Federal de Pelotas (UFPel)

    Doutorando do Programa de Pós-graduação em Zootecnia (PPGZ) da Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel (FAEM), Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Campus Capão do Leão (RS), Brasil.

  • Otoniel Geter Lauz Ferreira, Universidade Federal de Pelotas (UFPel)

    Doutor em Zootecnia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Docente no Departamento de Zootecnia, Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel (FAEM) - UFPel, Campus Capão do Leão (RS), Brasil.

  • Stefani Macari, Universidade Federal de Pelotas (UFPel)

    Doutor em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Docente no Departamento de Zootecnia, Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel (FAEM) - UFPel, Campus Capão do Leão (RS), Brasil.

  • Lucas Oliveira da Silva, Universidade Federal de Pelotas (UFPel)

    Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Departamento de Zootecnia, Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel (FAEM) - UFPel, Campus Capão do Leão (RS), Brasil. Consultor técnico autônomo.

  • Alexsandro Bahr Kröning, Universidade Federal de Pelotas (UFPel)

    Doutor em Zootecnia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Departamento de Zootecnia, Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel (FAEM) - UFPel, Campus Capão do Leão (RS), Brasil. Consultor técnico autônomo.

  • Ricardo Zambarda Vaz, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

    Doutor em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Docente no Departamento de Zootecnia e Ciências Biológicas da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Campus Palmeira das Missões (RS), Brasil.

Publicado

2026-08-03

Número

Sección

Original Articles / Artigos de Pesquisa